A Pele Morta abre Festival de Brasília celebrando América Latina
O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro abriu as cortinas com um longa que vai muito além das fronteiras nacionais. A Pele Morta, dirigido por Henrique Arruda Filho e Marco Abujamra, foi o escolhido para inaugurar o evento e já chegou fazendo barulho ao celebrar a riqueza cultural da América Latina.
Segundo o Metrópoles, o projeto nasceu lá em 2014, mas só agora ganhou vida nas telonas. A trama reúne um elenco diverso, com atores de sete países diferentes do continente, e faz questão de exaltar a pluralidade de línguas e culturas que marcam a região. É aquele tipo de filme que abraça a identidade latino-americana sem medo de mostrar suas múltiplas facetas.
Um projeto de quase dez anos
A produção levou quase uma década para sair do papel, passando por diferentes fases de desenvolvimento até finalmente estrear no importante festival brasiliense. A escolha para abrir a programação não foi à toa: o longa representa justamente o espírito de integração e valorização da produção regional que o evento busca promover.
Com diálogos em diferentes idiomas e uma narrativa que transita por diversos territórios culturais, A Pele Morta chega como um respiro necessário em tempos de tanto isolamento. O filme aposta na força das conexões entre povos vizinhos que, apesar das diferenças, compartilham histórias e desafios semelhantes.
A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles, que destacou a importância da obra para o cinema nacional e latino-americano.
Fonte: Metropoles
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