Empresa ligada à Dark Horse é investigada por autofaturamento
A investigação que envolve a influenciadora Dark Horse ganhou mais um capítulo polêmico. Segundo o Metrópoles, o Instituto Conhecer Brasil, empresa de Karina da Gama — nome verdadeiro da criadora de conteúdo —, chamou a atenção das autoridades por uma prática suspeita: o autofaturamento.
De acordo com a reportagem, o instituto teria apresentado notas fiscais emitidas pela própria empresa para justificar gastos em contratos firmados com a prefeitura de São Paulo. Essa movimentação financeira irregular é um dos pontos que motivaram a abertura das investigações policiais.
Entenda o esquema investigado
O autofaturamento acontece quando uma empresa emite nota fiscal para si mesma, criando uma falsa movimentação de recursos. Na prática, o dinheiro não circula de verdade entre fornecedores diferentes — tudo fica dentro da mesma estrutura empresarial. Esse tipo de operação é considerado suspeito porque pode servir para inflar valores, justificar despesas fictícias ou desviar verbas públicas.
No caso do Instituto Conhecer Brasil, vinculado à influenciadora, essa estratégia teria sido usada em prestações de contas relacionadas a contratos com o poder público municipal, conforme apurou o portal.
Dark Horse e a repercussão do caso
Karina da Gama ficou conhecida nas redes sociais como Dark Horse, acumulando milhões de seguidores e construindo uma carreira como influenciadora digital. Nos últimos meses, porém, seu nome passou a figurar em investigações que envolvem movimentações financeiras suspeitas e relações com contratos públicos.
A descoberta do autofaturamento reforça o cerco das autoridades em torno das atividades empresariais ligadas à criadora de conteúdo. Até o momento, não há informações sobre posicionamento oficial de Karina ou de seus representantes legais sobre as acusações.
As informações são do Metrópoles.
Fonte: Metropoles Geral
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