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Goleiros param de fingir lesão: atendimentos caem 65% no Brasileirão

Goleiros param de fingir lesão: atendimentos caem 65% no Brasileirão

Os goleiros do Brasileirão finalmente pararam de cair no gramado a cada jogada perigosa. Segundo levantamento do Globoesporte, os atendimentos médicos aos arqueiros despencaram 65% desde que a CBF implementou novas regras de paralisação do jogo na competição.

A mudança, que obriga o goleiro atendido pela equipe médica a deixar o campo temporariamente — assim como já acontece com jogadores de linha —, praticamente acabou com aquelas famosas “dores milagrosas” que surgiam em momentos estratégicos da partida.

Acabou a moleza para cera

Antes da regra, era comum ver goleiros pedindo atendimento após defesas difíceis, especialmente quando o time estava vencendo e precisava segurar o resultado. O arqueiro ficava caído, o médico entrava, passava spray mágico e pronto: dois, três minutos de jogo parado sem consequência nenhuma.

Agora, com a obrigação de sair de campo após qualquer intervenção da equipe médica, os goleiros pensam duas vezes antes de chamar o departamento. Afinal, ninguém quer deixar a meta vazia ou forçar a entrada do reserva, ainda mais em lance decisivo.

Impacto no ritmo de jogo

A medida tem sido elogiada por torcedores e técnicos que reclamavam das constantes interrupções. O ritmo dos jogos melhorou visivelmente, com menos paradas artificiais e mais bola rolando efetivamente.

Os números comprovam a eficácia da mudança: a queda de 65% nos atendimentos mostra que a maioria das “lesões” anteriores não passava mesmo de estratégia para ganhar tempo. Agora, só para no jogo quem realmente está machucado.

As informações são do Globoesporte, que acompanhou os dados desde a implementação das novas regras pela CBF no Campeonato Brasileiro.

Fonte: Google News Brasileirao

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