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Lula comemora vitória eleitoral e critica derrota de Netanyahu e Trump

Lula comemora vitória eleitoral e critica derrota de Netanyahu e Trump

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta quinta-feira (5) que sua reeleição no segundo turno das eleições presidenciais representa uma vitória que transcende as fronteiras brasileiras. O chefe do Executivo destacou que, na mesma semana em que venceu o pleito, líderes internacionais como o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sofreram derrotas significativas em seus respectivos parlamentos.

“Foi uma vitória não para o Brasil, foi uma vitória para o mundo”, afirmou Lula. O presidente ressaltou que Netanyahu perdeu a maioria no Parlamento israelense e que Trump enfrentava dificuldades semelhantes nos Estados Unidos, descrevendo o resultado como “uma lição ao mundo”.

Lula foi reeleito em 25 de outubro ao derrotar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, conquistando 51,79% dos votos válidos. Simultaneamente, nos EUA, o Partido Democrata conquistou a maioria no Senado americano na madrugada de quarta-feira (4), revertendo sete cadeiras republicanas nos estados de Texas, Kansas, Ohio, Iowa, Maine, Carolina do Norte e Carolina do Sul. Os democratas também mantiveram outras 12 cadeiras, alterando drasticamente o equilíbrio de poder em Washington. Posteriormente, perderam o controle também da Câmara dos Representantes.

Em Israel, a coalizão governista de Netanyahu obteve apenas 53 cadeiras no Parlamento, ante as 63 que possuía anteriormente. A coalizão de oposição liderada por Gadi Eisenkot conquistou 48 assentos. Como o Knesset possui 120 cadeiras, são necessários 61 votos para formar governo, deixando ambos os blocos em disputa por alianças.

Lula também criticou duramente o candidato derrotado Flávio Bolsonaro, que desembarcou em Miami após descumprir ordem do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal que proibia sua saída do Brasil. O presidente o chamou de “pé-frio” e ironizou: “chegou nos Estados Unidos e o Trump perdeu”. Flávio divulgou cartas afirmando ser o “verdadeiro presidente do Brasil”, posteriormente substituindo a expressão por “líder do Brasil”, em negação aos resultados das urnas.

Fonte: G1 Politica

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