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Cultura do cancelamento mudou e já não é mais sentença de morte

Cultura do cancelamento mudou e já não é mais sentença de morte

Se você achava que ser cancelado nas redes sociais era o fim da linha para qualquer famoso, pode repensar esse conceito. Segundo especialistas ouvidos pelo Metrópoles, a cultura do cancelamento mudou bastante nos últimos anos e já não funciona mais como uma sentença definitiva.

A prática ganhou força durante o isolamento social da pandemia de covid-19, quando todo mundo estava grudado no celular e qualquer deslize virava motivo para um linchamento virtual. Mas o tempo passou, as redes evoluíram e o comportamento do público também se transformou.

Cancelamentos mais curtos

De acordo com os especialistas consultados pela publicação, os cancelamentos de hoje duram bem menos tempo que antigamente. Aquela ideia de que uma polêmica destruiria a carreira de alguém para sempre virou coisa do passado — na maioria dos casos, pelo menos.

O que acontece é que o público fica saturado mais rápido. A quantidade absurda de conteúdo que circula nas redes faz com que as pessoas percam o interesse em assuntos antigos em questão de dias ou até horas. Um cancelamento que parecia gigante na segunda-feira já está esquecido na quinta.

Mudança no comportamento digital

Outra mudança importante está na forma como as pessoas consomem e interagem com as redes. Durante a pandemia, havia mais tempo livre e engajamento em debates online. Agora, com a volta da rotina presencial, o ritmo é outro.

Isso não significa que os cancelamentos desapareceram ou que perderam completamente o poder. Mas o peso deles não é mais o mesmo. Famosos aprenderam a lidar melhor com crises, assessorias estão mais preparadas e o público desenvolveu um senso mais crítico sobre o que realmente merece atenção.

A matéria completa sobre a evolução da cultura do cancelamento pode ser conferida no site do Metrópoles.

Fonte: Metropoles

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